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DETECÇÃO FACIAL X RECONHECIMENTO FACIAL. VOCÊ SABE A DIFERENÇA?

Sabia que nem toda tecnologia que usa imagem de rostos pode ser classificada como reconhecimento facial? Algumas delas não passam de detecção facial, que é a mera identificação de que há um rosto em uma dada imagem. Fazer isso já é um desafio e exige algoritmos bastante refinados. Geralmente, esses códigos também são capazes de estimar idade, gênero, cor do cabelo, presença de óculos, humor e até etnia da face identificada.

Um exemplo desse tipo de técnica é o que vem sendo usado nas estações da Linha 4 do metrô de São Paulo com o propósito de mostrar aos anunciantes como os passageiros reagem às propagandas deles. Outro exemplo interessante é o da loja digital do Ponto Frio do Shopping Vila Olímpia que reconhece o sentimento de seus clientes a partir de suas expressões faciais para medir o grau de satisfação diante de algum produto ou do atendimento.

Reconhecer alguém a partir do rosto não é algo tão simples. No sistema de reconhecimento facial, por exemplo, um algoritmo analisa as imagens captadas pelas câmeras para identificar mais de 80 pontos únicos no rosto da pessoa (coisas como distância entre nariz e olhos, marca e cicatrizes, contorno da face, formato da extremidade do rosto etc.). Ele também faz uma simulação em 3D de como o rosto é em diversas poses.

Essas informações são transformadas em um arquivo que descreve a imagem. A partir daí, é esse “número de RG facial” que é comparado as descrições das imagens presentes em um banco de dados, que, além disso, trazem dados como nome e outros detalhes para identificar o sujeito.

Um dos mais novos adeptos desse recurso foi o SPC Brasil, que passou a oferecer a lojas um jeito de confirmar a identidade de clientes a partir do rosto deles. A foto da face dessas pessoas é comparada com imagens presentes em um banco de dados, que, segundo a companhia, já nasce com 30 milhões de rostos. O objetivo é reduzir a possibilidade de fraude: garantir que a loja conceda crédito ao consumidor e não a um golpista usando a identidade dele e evitar que o cliente tenha o cartão usado por alguém tentando se passar por ele. Apesar de a leitura de rostos da SPC Brasil ter chamado atenção, a iniciativa não é nova entre entidades protetoras de crédito. A CredDefende já faz isso desde o começo do ano passado.

O reconhecimento facial é usado ainda em certificados digitais e até na emissão de títulos eleitorais pelo TSE. Além de coletar impressões digitais, o órgão também tira fotos dos eleitores para afastar fraudes, até porque hoje em dia, a base do TSE conta com 90 milhões de pessoas e é a maior do Brasil e uma das maiores do mundo.

Apesar de serem coisas diferentes, todo reconhecimento facial começa com uma detecção facial. Depois do rosto identificado na imagem, o sistema passa a acompanhá-lo antes de proceder definitivamente para o reconhecimento.

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